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Entenda como funciona um seguro de sucessão empresarial

Uma das situações mais difíceis no mundo corporativo é a perda definitiva de um sócio. Neste cenário, a primeira pergunta a ser feita é quem assumirá o comando da empresa: os herdeiros? Mas, e se os herdeiros não tem perfil ou interesse em assumir a sociedade? Ou se tem interesse, mas não o preparo necessário e podem colocar em risco o próprio negócio? Uma maneira de amenizar os riscos de uma situação como essa é a utilização do seguro de sucessão empresarial.

Este tipo de seguro, apesar de eficiente e importante, é pouco conhecido e utilizado pelo mercado corporativo. Se as empresas conhecessem melhor o tipo de cobertura que este seguro oferece, poderiam evitar muita dor de cabeça quando um sócio falece. Para a empresa, por exemplo, esse seguro minimiza riscos patrimoniais ou financeiros. Para os demais sócios, fornece os recursos para adquirir a parte do sócio ausente. E para os herdeiros, o amparo necessário que a perda do provedor poderá refletir e evita que estes tenham que assumir a administração do negócio.

O principal motivo para a contratação deste seguro é a possibilidade de a empresa dispor de um capital, que não sairá do seu caixa, para pagar aos herdeiros os valores de direito que correspondem às cotas do falecido. Dessa forma, os herdeiros têm seus direitos garantidos e os demais sócios podem continuar suas atividades sem reduzir seu patrimônio e sem precisar dividir o controle acionário da empresa com quem não está afeito ao negócio. Somando essa apólice a uma cláusula de prioridade na compra das cotas no caso de falecimento de um sócio no contrato social da empresa, resolve-se essa questão.

É prática de mercado, quando da análise para contratação deste seguro, que se considere alguns aspectos como, por exemplo, o valor real do patrimônio e o estado de saúde dos sócios, podendo em alguns casos haver necessidade de solicitar exames de saúde.

O capital segurado, bem como o investimento da empresa no seguro, são atualizados no aniversario da apólice por um indexador, normalmente IPCA-IBGE (Índice de preços ao consumidor amplo), e normalmente a idade para contratação varia de 18 a 65 anos.

O mais importante é a empresa buscar informações a respeito deste tipo de seguro, que nos países de primeiro mundo é um produto consolidado e muito utilizado. No Brasil ainda não é, mas segundo especialistas,
caminha para ser – principalmente pelo fato do ITCMD (Imposto sobre Transferência Causa Mortis e Doação) variar entre 2% a 8% no País, causando uma despesa significativa. Mesmo sendo uma das menores do mundo, pode vir a sofrer reajustes futuros. No exterior, esta alíquota pode chegar a 50%. Por isso, em alguns países, esta cultura do seguro de sucessão empresarial é consolidada.

Outro ponto positivo é que não incide Imposto de Renda sobre o valor segurado. Mas também não há resgate do valor pago caso haja cancelamento. Como o produto não é considerado herança, não entra no inventário. E o mais importante é que ele permite que um patrimônio conquistado com tanto esforço seja mantido, preservado.

Saiba mais clicando AQUI:

Fonte: L.S.
Revista Apólice

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Beneficiário bem informado é um consumidor satisfeito

A cada dia que passa, está cada vez mais fácil ser enganado quando se faz uma compra, não é mesmo? Em tempos de redes sociais, comprar e vender produtos está há apenas um clique de distância. Mas será que podemos agir da mesma forma quando se trata da nossa saúde? A reposta é não.

Ao contratar um plano, é muito importante que você esteja atento à leitura do contrato e de suas cláusulas. Isso também vale para quem já é beneficiário de plano de saúde. Para que você não cair no erro, a ANS determinou que as operadoras oferecessem dois informativos para orientar a todos no momento da leitura do contrato.

As publicações, Manual para Contratação de Planos de Saúde (MPS) e pelo Guia de Leitura Contratual (GLC), apresentam tópicos muito importantes para que você assine o contrato sem nenhuma dúvida.

Se você já for um beneficiário de plano coletivo (empresariais ou por adesão), os contratos são padronizados para todos os clientes e as operadoras devem encaminhá-lo sempre que o for solicitado.

Preste atenção nos noves passos que separamos para você ficar bem informado.

  1. Veja se a operadora é registrada na ANS, para isso, basta acessar o site ou ligar para 0800 701 9656.
  2. O plano de saúde atende às suas necessidades e de possíveis dependentes. Seu uso é limitado à cobertura escolhida e contratada.
  3. Consulte a lista de profissionais, clínicas, laboratórios e hospitais que estão disponíveis no seu plano. Considere aqui a sua localidade e expectativa.
  4. Conheça os prazos de carência e se há previsão de cobertura parcial temporária, caso haja alguma lesão ou doença preexistência, ou para urgências e emergências.
  5. Fique sabendo a respeito de como é feito os reajustes por faixa etária.
  6. Conheça a Lei 9.656/98 que regulariza os planos de saúde.
  7. Nos planos antigos (antes da Lei 9.656), não havia padrão mínimo de serviços. A partir da lei, a ANS incorporou o Rol de Procedimentos com cobertura mínima obrigatória.
  8. Antes não havia prazo máximo de carência, cobertura mínima para doenças preexistentes ou regras para reajustes. A Lei 9.656/98 assegurou todas essas questão proporcionando mais segurança.
  9. Quando for contratar um plano, as operadoras não podem te cobrar “taxas de adesão”, nem por venda direta ou por corretores.

QUER SABER COMO CONTRATAR UM SEGURO SAÚDE PARA SEUS FUNCIONÁRIOS SEM CARÊNCIA, CLIQUE AQUI:

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Possível redução do Seguro DPVAT para 2018

CNSP deve cortar ainda mais os preços do DPVAT, para 2018

O Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP) reúne-se na próxima terça-feira, 19, tendo em pauta a definição dos valores do seguro obrigatório DPVAT para o exercício de 2018, a validar a partir de 1º de janeiro. Nos bastidores do mercado de seguros, alvoroço. É que as informações correntes dão conta de que, mais uma vez, virá corte nos preços. A redução que, se confirmada, favorece os proprietários de veículos automotores, é vista com reservas e críticas por várias seguradoras que participam do Consórcio DPVAT.

Os relatos se conflitam, vão de um corte de 8% a 20%, mas todos apontam na mesma direção: os prêmios do seguro cairão. Em 2016, o CNSP decidiu aplicar um abate linear nos prêmios de 37% para este 2017. A nova baixa, para 2018, segundo fontes, estaria escorada numa sobra na chamada Provisão de Sinistros Ocorridos e não Avisados (IBNR) estimada em R$ 4 bilhões. Tal quantia equivalente a toda receita gerenciada pela Seguradora Líder em 2016, para tocar a empresa e pagar custos de sinistros e indenizações às vítimas de acidentes de trânsito no Brasil.

Para as seguradoras descontentes com a nova queda de preços do seguro, a linha adotada pelo o governo é equivocada. Melhor que mexer nos prêmios, “que deveriam permanecer no tamanho que estão”, seria alterar as importâncias seguradoras, que não são reajustadas há dez anos. “Mais interessante seria favorecer os beneficiários do DPVAT, que, aliás, era o que já deveria ter sido feito este ano”, dizem.

Procurada, a Susep informa que só divulgará a pauta do CNSP na ocasião da reunião.

 

FONTE: GENTE SEGURADORA

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Sono é responsável por 20% dos acidentes de trânsito

O Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo (Detran-SP) alerta para um comportamento que pouco se dá atenção, mas que pode ser tão perigoso quanto dirigir embriagado: dirigir com sono. Até 20% de todos os acidentes de trânsito estão associados à sonolência.

É o que mostra um estudo conduzido pela Academia Brasileira de Neurologia (ABN). Segundo os resultados da pesquisa, lançada em março, os horários com mais incidência de acidentes são durante a madrugada e após o almoço.

O Detran-SP orienta que os motoristas só dirijam se tiverem condições para isso. “Assim como os acidentes causados em decorrência do consumo de bebida alcoólica, os acidentes ocasionados pelo sono podem e devem ser evitados. Para isso, é preciso conscientização dos motoristas. É importante que o cidadão sempre conduza seu veículo com segurança”, ressalta o diretor-presidente, Maxwell Vieira.

A partir da pesquisa, a ABN se uniu com a Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (Abramet) para promover a campanha “Não dê carona ao sono”. A ação visa reduzir os acidentes, principalmente nas estradas, e conta com o apoio do Detran-SP.

Dados merecem atenção

A pesquisa, que entrevistou 495 pessoas, mostra que 40% dos participantes afirmaram que já ziguezaguearam na estrada e metade já parou na via por sentir sono.

Entre os entrevistados, 61% assumiram que costumam dirigir no dia seguinte a uma péssima noite de sono. Cerca de 10% das pessoas afirmaram dirigir com sono e 23% o fazem de duas a três vezes por semana.

O resultado? Mais da metade dos participantes conhece pelo menos uma pessoa que quase se acidentou e 39% conhecem alguém que efetivamente sofreu acidente por ter pegado o volante com sono.

Fique atento

Ar frio, tomar água ou ouvir música alta não resolvem o problema para quem está com sono, tendo, no máximo, efeito por poucos minutos.

“Mesmo recorrendo a medidas paliativas, como tomar café, o motorista está sujeito a micro sonos, de quatro a cinco segundos”, diz o neurologista Gilmar Fernandes do Prado, presidente da Academia Brasileira de Neurologia.

Pode parecer pouco, mas nesses segundos, em alta velocidade, percorre-se uma distância considerável sem prestar atenção no trânsito.

“Se estiver a 120km/h, é dificílimo parar o carro e, ao despertar, a chance de acidente é enorme. Em dez metros você já sai da estrada e cai em uma ribanceira ou pode atravessar a pista e bater de frente em um veículo que trafega em direção oposta nas inúmeras de nossas estradas que ainda não contam com divisórias, ou mesmo se chocar contra uma dessas barreiras”, ressalta Prado.

Um motorista com sono sente dificuldades em manter os olhos abertos e focados, além dos pensamentos ficarem vagos e desconexos. O condutor começa a piscar mais lentamente, e sente dificuldades em manter a mesma velocidade, podendo até sair da pista. Não notar sinalizações, retornos ou errar o caminho também podem ser consequências da privação do sono.

Então esqueça o café ou qualquer tentativa de burlar a sonolência. O que realmente funciona é não pegar o volante com sono, evitar dirigir por períodos longos sem parada, viajar sozinho depois de uma noite mal dormida ou após um longo dia de trabalho.

Também é importante observar a bula de remédios para não dirigir após tomar medicamentos que têm como efeito colateral a sonolência e, em hipótese alguma, dirigir após consumir bebida alcoólica.

Fonte: L.S.
Revista Apólice

Cobertura de danos corporais a terceiros: – Saiba o que é

Na hora de contratar o seguro de automóvel a maioria das pessoas não dá a devida atenção a cobertura de danos corporais a terceiros, principalmente por falta de conhecimento sobre o que ela cobre e como ela funciona.

Danos corporais a terceiros: o que é?

Segundo a FUNENSEG (Escola Nacional de Seguros), a cobertura de danos corporais, representa uma cobertura chamada de “segundo risco”, pois o DPVAT, seguro obrigatório de responsabilidade civil, pago no licenciamento do veículo, é considerado primeiro risco. Ou seja, o seguro que você contratou facultativamente vai complementar o valor de eventual indenização por danos corporais causados a outras pessoas, que estiver acima da quantia indenizatória paga pelo DPVAT.

Danos corporais a terceiros: o que cobre?

A cobertura de danos corporais a terceiros cobre, exclusivamente, lesões físicas causadas a pessoas em razão de acidente de trânsito envolvendo o veículo segurado. Em palavras mais simples: Se você está dirigindo o carro do seu seguro e por acidente atropela alguém, a cobertura de danos corporais pagará, até o valor limite contratado, as despesas médicas ou encargos de processos jurídicos que essa pessoa venha a abrir contra você.

O que essa cobertura não cobre?

Como mencionamos acima, esse cobertura abrange lesões físicas a terceiros. Nesse sentido, ela não cobre danos morais, estéticos ou psicológicos.

Outro ponto importante a ser ressaltado é que, nem essa cobertura nem qualquer outra cobertura do seguro vale quando o segurado está agindo fora da lei.  Se, por exemplo, o segurado está dirigindo bêbado e vem a lesionar um terceiro, a seguradora está isenta de qualquer responsabilidade. Se o segurado está disputando um racha (que é proibido por lei), o seguro também não tem responsabilidade nenhuma sobre os possíveis acidentes que ele possa gerar.Agora, para situações dentro da lei, a cobertura vale normalmente. Numa situação acidental em que você está dentro da lei, a cobertura está valendo.

Qual o capital segurado devo contratar? 

Esta é uma cobertura subjetiva, ou seja, é impossível mensurar o valor da vida humada, porém vejamos um exemplo: imagine que você causou um acidente e a pessoa que está no veículo terceiro é um jogador de futebol famoso? Quanto a família desse jogador iria pedir de indenização? O mais importante é que você contrate o valor que caiba no seu orçamento, mas não economize ao contratar esta cobertura.

A TUDO SEGURO orienta seus segurados à contratarem o máximo de cobertura possível, pois assim, além do seu veículo estar segurado, seu patrimônio pessoal também estará protegido em casos de processos judiciais.

Solicite aqui um orçamento.

 

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Justiça Gratuita e a Indústria do Erro Médico

justiça

A banalização da justiça gratuita no Brasil chegou ao seu ápice. O jogador Ronaldinho Gaúcho em ação trabalhista que move contra o Clube Atlético Mineiro requereu o benefício.

Contudo, o pedido de gratuidade foi indeferido. Mas nem sempre é assim.

O que é justiça Gratuita?

A gratuidade da justiça foi estabelecida pela Lei 1060/50. Antigamente os interessados tinham que requerer o atestado de pobreza junto a delegacia policial, tal prática já servia como um verdadeiro filtro para coibir abusos. Porém, agora, basta a simples afirmação de pobreza para receber o beneficio.

Faz jus a tal instituto o cidadão que não possui condições de arcar com as custas e honorários, sem prejuízo próprio e de sua família.

Justiça Gratuita e a Indústria do erro médico:

Infelizmente, como basta apenas a afirmação, notamos que a gratuidade de justiça é concedida livremente. Essa concessão deliberada e o jeitinho brasileiro fizeram surgir no Brasil uma nova classe de “processadores”, os agentes da loteria jurídica. Os médicos, infelizmente, tem sido vitima destes apostadores.

  • Importante: Cabe ao Juiz analisar se há no caso, em princípio, a real necessidade da parte que requer o benefício. Contudo, se houver a concessão, o médico através de seu advogado pode impugnar e apresentar provas para revogação do benefício.

A maioria dos pacientes contam com a gratuidade de justiça. O irreal sentimento de aposta e a possibilidade de tirar uma vantagem traz consequências desastrosas para o médico e para toda a sociedade.

Quem processa com o beneficio da gratuidade de justiça não tem custos, não paga nada?

Grande parte destes “agentes” requerem a justiça gratuita achando que terão tutela infinita e que nada gastarão com um processo (sem fundamento). Mas na verdade, não é bem assim.

A justiça gratuita não isenta o perdedor do pagamento das custas, despesas, honorários e etc. O pagamento fica apenas suspenso. A outra parte poderá cobrá-lo via execução judicial.

Quem requer o beneficio sem ter realmente o direito é penalizado?

Deve ser penalizado. O novo Código dispõe como princípio fundamental do processo a boa-fé e eticidade das partes na ação judicial. Com essa nova ênfase houve diversas modificações judiciais benéficas ao médico vítima da “indústria do erro”, como: maiores punições para a parte antiética, aumento na porcentagem da multa e maior rigor/ modulação na concessão da justiça gratuita, entre outras.

A lei prevê que no caso de má-fé na gratuidade, a parte deverá pagar multa de até 10 vezes o valor das despesas que tiver deixado de adiantar.

A parte ainda poderá ser condenada ao pagamento de multa imposta pelo juiz em beneficio da parte contraria, além de indenizar a parte contrária pelos prejuízos e despesas que esta sofreu.

 

Fonte: Defesa Médica

Autora: Amanda Bernardes – Advogada Especialista em Defesa Médica

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5 estratégias para prevenir erros médicos

Erro médico

Erros médicos têm se tornado parte comum da vida hospitalar ultimamente. E, apesar de ser difícil de preveni-los, é possível em muitos casos, especialmente se os hospitais estiverem dispostos a tentar diversas estratégias para resolver o problema.Uma pesquisa recente indica que erros médicos são a terceira maior causa de morte nos Estados Unidos. Mesmo que progressos tenham sido feitos nos últimos anos, eles não foram o suficiente.

Rc medicosIdeias para prevenção de erros médicos

O advogado James Lieber, autor do livro “Como Erros Médicos se Tornaram a Terceira Maior Causa de Morte nos Estados Unidos e o que Pode Ser Feito a Respeito” escreveu um artigo no Wall Street Journal destacando alguns esforços que os hospitais fizeram no passado para prevenir erros médicos.

No artigo, Lieber fala sobre cinco estratégias que hospitais e médicos podem adotar para fazer uma grande diferença e reduzir os erros médicos. São elas:

Estruturar a conversa entre a troca de plantão

Um dos grandes contribuintes para erros médicos sérios é a falta de comunicação entre a equipe durante a troca de plantão. Segundo a Joint Commision, isso causa a maioria de ferimentos e mortes por erros médicos. Usar checklists e outras ferramentas para ter certeza de que nada foi esquecido é crucial para prevenir falhas.

Envolver o farmacêutico diretamente no tratamento

É comum que médicos e enfermeiros tratem o paciente juntos. Lieber propõe adicionar os farmacêuticos ao time. Dessa forma, os médicos podem ter informações diretas sobre como diferentes drogas podem afetar e piorar a condição do paciente e quais medicamentos prescrever no lugar delas. Os farmacêuticos também têm facilidade de descobrir erros médicos relacionados à medicação.

Trabalhar para reduzir infecções

A infecção hospitalar é uma das complicações mais perigosas da internação. Para evitar que os germes se espalhem, os hospitais devem estar sempre vigiando as cartilhas que regulamentam a limpeza dos quartos, dos instrumentos cirúrgicos, laboratório, entre outros. As instituições também precisam ter certeza de que a equipe está higienizando as mãos corretamente.

Evitar problemas de diagnóstico

Problemas de diagnóstico não incluem só erros de diagnóstico. A demora, o exagero de diagnóstico e o diagnóstico parcial também contam. Aqui, Lieber sugere que essa fase do tratamento inclua toda a equipe, de médicos à radiologistas. Se cada pessoa usar sua experiência de forma eficaz e não tiver medo de dar sua opinião, os erros médicos podem ser evitados.

Fazer com que o prontuário eletrônico seja interoperável

Requisitos de uso significativo devem mudar em breve e eles terão um grande foco em garantir que os sistemas de prontuário eletrônico de diferentes médicos e hospitais possam conversar entre si e compartilhar informações importantes do paciente. As instituições precisam se aproximar dos fornecedores de prontuário eletrônico e a equipe de TI para ter certeza que o sistema pode ser atualizado para fazer isso.

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Este artigo foi adaptado do site Health Care Business Tech

MEDICO

Troca de plantão com Segurança

MEDICO

A troca de plantões entre os médicos é uma prática permitida e relativamente comum nas unidades de saúde, mas para evitar problemas éticos e administrativos, é fundamental que os profissionais adotem alguns cuidados.

Acordada a troca entre os colegas, a primeira medida necessária é notificar a diretoria ou o responsável pela escala de plantão sobre a substituição a ser feita. A notificação deve ser feita por escrito e os médicos substituto e substituído devem guardar uma cópia desse documento.

DE QUEM É A RESPONSABILIDADE NO CASO DE IMPOSSIBILIDADE DE COMPARECIMENTO DO MÉDICO SUBSTITUTO?

Quem responde pela falta ao plantão é o médico substituído, aquele escalado previamente, implicando inclusive em infração ética passível de punição perante o CRM, e o mais grave, poderá ser responsabilizado judicialmente.

MODELO DE COMUNICAÇÃO PARA  TROCA DE PLANTÃO:

Eu,_______________________________________________________, comunico que o plantão do dia _______/_______/_______, no horário das ________ às _______ horas, na Especialidade _________________________________, estará sob a responsabilidade do(a) médico (a) ___________________________________ _____________________________, integrante do corpo clínico da unidade, que me substituirá, com aquiescência prévia do Diretor Técnico da Unidade/ responsável pela escala.

Informo ainda que ficarei responsável pelo plantão do dia _______/_______/_______, no horário das ________às_______horas ou em data a ser definida.

Data:

Assinatura e Carimbo: 1. do médico substituído

  1. do médico substituto
  2. do diretor técnico ou responsável pela escala

 

A comunicação deve ser feita em 3 vias, pois cada profissional deverá arquivar uma via para sua segurança.

 

 

Fonte: Amanda Bernardes – Advogada Especialista em Defesa Médica

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8 dicas para planejar a vida financeira do casal

Planejar a vida financeira do casal é um passo importante mesmo no início da vida a dois. Para ter sucesso e garantir a segurança das finanças da família, é essencial esquecer o pensamento individual e adotar formas conjuntas de aproveitar a renda familiar da melhor maneira possível.

Como vocês podem lidar melhor com o dinheiro em conjunto e como montar um planejamento financeiro completo? Confira!

O desafio de lidar com o dinheiro em conjunto

[PREVIDÊNCIA] 8 dicas para planejar a vida financeira do casal2

Um dos grandes desafios na hora de fazer um planejamento financeiro para o casal é aprender como lidar com o dinheiro em conjunto. Por isso, para a empreitada funcionar e o dinheiro – e gastos – passarem a ser administrados de forma conjunta e não mais individual, alguns cuidados e práticas são necessários. Veja as dicas:

1-Conversem sobre ganhos e gastos

O primeiro passo para colocar a vida financeira do casal em dia é ter uma conversa aberta sobre ganhos e gastos. Transparência é palavra de ordem. É importante que cada um  especifique a sua renda líquida e faça uma estimativa dos gastos pessoais. Em seguida, coloquem no papel as despesas relativas ao casal como, por exemplo, os gastos da casa. Nesse momento, pode ser importante definir como será feito o gerenciamento das finanças. Um dos dois será responsável? Haverá a criação de uma conta corrente conjunta? As contas serão divididas? Ter essas definições logo no início da vida a dois ajuda a não ter problemas no futuro.

2-Registrem as finanças em conjunto

Depois de saberem qual é a real situação das finanças do casal, é importante que os dois criem o hábito de registrá-las. Mesmo as pequenas despesas, como um lanche no final de semana, gastos no cinema ou uma lâmpada para a sala de estar, devem ser registradas. Dessa forma, é possível avaliar para onde está indo o dinheiro do casal, onde é possível economizar e onde há necessidade de redução de gastos. O ideal é separar uma hora semanalmente para fazer uma análise dos gastos dos últimos sete dias e se planejar para as próximas semanas.

3-Definam planos a dois

Definir planos e sonhos é um grande motivador para controlar gastos e manter as finanças em dia. Por isso, é importante que vocês conversem sobre seus sonhos e objetivos de curto, médio e longo prazo e tracem uma estratégia financeira para alcançá-los. Tenha em mente que pode ser possível ter que ceder e negociar nesse momento, já que os objetivos financeiros precisam estar sempre alinhados. Não adianta um querer ter um filho daqui a dois anos, enquanto o outro planeja uma grande viagem de férias para o mesmo período. É essencial garantir que ambos estejam na mesma página.

4-Coloquem a união sempre em primeiro lugar

A vida a dois é uma delícia, mas também tem seus percalços. Para não deixar que aspectos financeiros atrapalhem o amor e cumplicidade do casal é importante colocar a união em primeiro lugar, acima dos desejos individuais. Essa é boa maneira de evitar discussões a respeito de dinheiro. Caso surjam dificuldades no caminho, o mais importante é manter a união e, com transparência e colaboração, buscar superá-las.

Planejamento: o caminho para que a vida financeira do casal seja próspera e segura

[PREVIDÊNCIA] 8 dicas para planejar a vida financeira do casal3

Investir no planejamento financeiro é essencial para que a vida financeira do casal se mantenha saudável e segura. Com a ajuda dessa ferramenta, é possível ter uma visão geral das finanças, avaliando se as receitas superam as despesas, se os gastos estão em um limite aceitável e, ainda, o que é preciso fazer para realizar os sonhos do casal.  Veja como montar um planejamento financeiro e manter as finanças pessoais em dia:

5-Listem os objetivos financeiros

Como vocês já definiram os objetivos financeiros em conjunto, comecem o planejamento financeiro, listando-os e definindo o tempo em que gostariam de realizá-los. Caso o objetivo seja fazer uma viagem de férias em um ano, por exemplo, veja quanto precisam poupar por mês para ter dinheiro suficiente para realizá-lo.

6-Planejem gastos

O planejamento financeiro passa por saber quais são os principais gastos do casal e, ainda, por planejá-los mês a mês. Esse cuidado é a garantia de que vocês não terão despesas superando as receitas e que o dinheiro do casal está sendo destinada para as coisas que realmente importam. Uma forma de planejar despesas é usando a regra 50-15-35. Por ela, 50% da renda líquida do casal deve ser destinada aos gastos essenciais, como aluguel, condomínio, contas de consumo etc. Outros 15% são para prioridades financeiras, como pagamento de dívidas (caso elas existam) ou investimentos. O que sobrar – 35% – vai para despesas relacionadas ao estilo de vida, como academia, comprinhas, viagens e afins.

7-Criem táticas de economia

Para ter uma vida financeira segura não só no presente, mas também no futuro, economizar é preciso. Para que vocês possam equilibrar as finanças sem prejudicar o estilo de vida, busquem definir algumas táticas para economizar. Em vez de jantar fora todo final de semana, Façam a refeição em casa. O chopinho com amigos pode ser substituído por programas gratuitos ao ar livre, como praia e piquenique no parque. Os equipamentos elétricos antigos podem ser substituídos por novos paraeconomizar energia. E por aí vai.

8-Não se esqueçam de criar um fundo de emergência

Ter uma reserva de emergência é essencial para não ter que recorrer a empréstimos para lidar com despesas que não foram previstas, como perda de emprego, doença ou um carro quebrado. O ideal é que esse fundo corresponda à, pelo menos, três meses de despesas do casal. Lembrem-se de colocar essa quantia em um investimento que ofereça liquidez, já que poderão ter que sacar a quantia a qualquer momento.

Para que a vida financeira do casal seja tranquila e segura, planejar é preciso. Juntos, estabeleçam as diretrizes para o gerenciamento das finanças, definam objetivos em comum e trabalhem unidos para realizá-los.