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5 estratégias para prevenir erros médicos

Erro médico

Erros médicos têm se tornado parte comum da vida hospitalar ultimamente. E, apesar de ser difícil de preveni-los, é possível em muitos casos, especialmente se os hospitais estiverem dispostos a tentar diversas estratégias para resolver o problema.Uma pesquisa recente indica que erros médicos são a terceira maior causa de morte nos Estados Unidos. Mesmo que progressos tenham sido feitos nos últimos anos, eles não foram o suficiente.

Rc medicosIdeias para prevenção de erros médicos

O advogado James Lieber, autor do livro “Como Erros Médicos se Tornaram a Terceira Maior Causa de Morte nos Estados Unidos e o que Pode Ser Feito a Respeito” escreveu um artigo no Wall Street Journal destacando alguns esforços que os hospitais fizeram no passado para prevenir erros médicos.

No artigo, Lieber fala sobre cinco estratégias que hospitais e médicos podem adotar para fazer uma grande diferença e reduzir os erros médicos. São elas:

Estruturar a conversa entre a troca de plantão

Um dos grandes contribuintes para erros médicos sérios é a falta de comunicação entre a equipe durante a troca de plantão. Segundo a Joint Commision, isso causa a maioria de ferimentos e mortes por erros médicos. Usar checklists e outras ferramentas para ter certeza de que nada foi esquecido é crucial para prevenir falhas.

Envolver o farmacêutico diretamente no tratamento

É comum que médicos e enfermeiros tratem o paciente juntos. Lieber propõe adicionar os farmacêuticos ao time. Dessa forma, os médicos podem ter informações diretas sobre como diferentes drogas podem afetar e piorar a condição do paciente e quais medicamentos prescrever no lugar delas. Os farmacêuticos também têm facilidade de descobrir erros médicos relacionados à medicação.

Trabalhar para reduzir infecções

A infecção hospitalar é uma das complicações mais perigosas da internação. Para evitar que os germes se espalhem, os hospitais devem estar sempre vigiando as cartilhas que regulamentam a limpeza dos quartos, dos instrumentos cirúrgicos, laboratório, entre outros. As instituições também precisam ter certeza de que a equipe está higienizando as mãos corretamente.

Evitar problemas de diagnóstico

Problemas de diagnóstico não incluem só erros de diagnóstico. A demora, o exagero de diagnóstico e o diagnóstico parcial também contam. Aqui, Lieber sugere que essa fase do tratamento inclua toda a equipe, de médicos à radiologistas. Se cada pessoa usar sua experiência de forma eficaz e não tiver medo de dar sua opinião, os erros médicos podem ser evitados.

Fazer com que o prontuário eletrônico seja interoperável

Requisitos de uso significativo devem mudar em breve e eles terão um grande foco em garantir que os sistemas de prontuário eletrônico de diferentes médicos e hospitais possam conversar entre si e compartilhar informações importantes do paciente. As instituições precisam se aproximar dos fornecedores de prontuário eletrônico e a equipe de TI para ter certeza que o sistema pode ser atualizado para fazer isso.

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Este artigo foi adaptado do site Health Care Business Tech

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Danos a terceiros: proteção para além de seu automóvel

Conheça a importância da cobertura de riscos de danos a terceiros!

Você já parou para pensar que no seguro não é suficiente proteger apenas seu veículo? Se por alguma eventualidade você causar danos materiais ou corporais a terceiros enquanto dirige, você pode se surpreender com custos exorbitantes!

Imagine essa situação:

Você está dirigindo seu veículo de boa, quando sem perceber, provoca um acidente e para piorar, o veículo terceiro é uma BMW, que tem o preço de duas casas da maioria de nós, meros mortais: Fala sério: pagar BMW só se for para usufruto próprio, mas a dos outros não dá né? Para se proteger desse tipo de risco, e de outros como acidentes de trânsito existem coberturas que podem deixar você mais tranquilo para sair por aí, dirigindo seu possante.

Responsabilidade Civil Facultativa de Veículos (RCF-V)

A cobertura de danos a terceiros tem o nome técnico de “Responsabilidade Civil Facultativa de Veículos”, que pode aparecer abreviado como “RCF-V”. Existe RCF-V para danos materiais, danos corporais e danos morais a terceiros. Esse termo, “Facultativo”, significa exatamente que, esta cobertura está “Facultada” à culpa do segurado, não caia nessa de jeitinho Brasileiro, viu? Só assuma a culpa se realmente entender que estiver errado.

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Quais são danos a terceiros cobertos no seguro?

A cobertura de danos materiais prevê o reembolso de valores reclamados por terceiros devido a danos de ordem material. Por exemplo, se você bater no veículo de outra pessoa e for comprovado que você foi culpado, o seguro pagará (até o valor máximo contratado) os reparos no veículo do terceiro. Também vale para colisões com imóveis, postes etc.

Já a cobertura de danos corporais protege dos riscos de danos físico-corporais a outras pessoas. No caso de danos corporais, trata-se de morte ou invalidez, além de gastos hospitalares e despesas médicas. Se, por exemplo, você acidentalmente atropelar um pedestre ou ciclista. Eu como corretor de seguros, considero essa, uma das principais coberturas para terceiros, veja bem:

Imagine que você bateu seu veículo contra um veículo terceiro e o condutor seja um jovem médico recém-formado? Chega dá um calafrio né? Por isso é muito importante não economizar na hora de contratar esta cobertura, até porque, o custo dela é muito baixo.

No caso de danos corporais, a RCF-V é considerada um “segundo risco”, porque  o DPVAT (aquele que pagamos todo ano no licenciamento do veículo) cobre esse tipo de dano. A cobertura do seguro, nesse caso, é complementar ao DPVAT: caso a indenização ultrapasse o previsto no DPVAT o seguro arca com a diferença.

O DPVAT cobre um valor bastante baixo frente aos riscos do trânsito: O valor da indenização é de R$ 13.500 no caso de morte e de até R$ 13.500 nos casos de invalidez permanente, variando conforme o grau da invalidez, e de até R$ 2.700 em reembolso de despesas médicas e hospitalares comprovadas.

Já a cobertura de Danos morais e estéticos, protege dos riscos complementares à cobertura de danos corporais. Imagine só, você causou o acidente de uma linda moça que estava andando de bike, a cobertura de danos corporais dará todo apoio financeiro quanto à cirurgias, remédios etc, (o que passar do teto DPVAT), porém, ela ficou com uma cicatriz horrível no rosto, nesse caso a cobertura de danos corporais não cobre, sendo necessário acionar a  de danos morais/estéticos.

Posso escolher o valor da cobertura de danos a terceiros?

A maioria das seguradoras impõe à cobertura mínima de R$50.000,00 de danos a terceiros. Você pode contratar valores acima disso, o que é altamente recomendável. No geral, o aumento dessa cobertura gera acréscimos mínimos na parcela do seguro, sendo um ótimo custo-benefício e principalmente, garante a proteção de seus bens, mais uma vez ressalto, não economize na hora de contratar estas coberturas, pois num caso de acidente, o barato pode sair caro demais.

Ah! Não se esqueça, o pagamento desta indenização depende de um detalhe bastante importante, apesar de óbvio: A indenização da cobertura de terceiros só pode ser usada quando você é culpado. Se você não é culpado pelo acidente ou se a seguradora analisar e entender que você não foi culpado, o sinistro de terceiros pode ser recusado.

O mais importante é você solicitar sempre uma consultoria de um corretor de seguros habilitado, jamais se esqueça disso.

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Erro médico

Afinal, o que é Erro Médico?

Vivemos tempos complicados: de um lado, o avanço da ciência e da tecnologia é bastante veloz e tem alcançado sucesso; mas, de outro lado, faltam meios para dar solução aos problemas básicos de saúde da população. Faltam recursos e políticas públicas sérias e contínuas, infra-estrutura, capacitação de profissionais, qualidade do ensino médico. Os profissionais de saúde são vítimas desse quadro desolador da saúde no Brasil, mas a situação é pior para os pacientes que já estão fragilizados diante dos problemas de saúde que enfrentam.

Muito precisa ser feito para mudar essa situação. Ao lado das iniciativas governamentais para resolver as carências do sistema de saúde brasileiro, a relação entre o médico e o paciente é fundamental para o sucesso de um tratamento. Essa relação pode contribuir muito para evitar danos decorrentes dos chamados “erros médicos” ou outros problemas.

“Erro médico” é um assunto delicado para o paciente, para o médico e também para outros profissionais de saúde. Hoje a expressão “erro médico” é por vezes empregada para designar qualquer falha cometida na prestação dos serviços de saúde que tenha ocasionado um dano ao paciente. Portanto, a todos esses interessa a questão. Nesse sentido, a atuação dos conselhos de profissionais, como o Cremero, é de extrema importância. Tanto no que se refere à humanização do atendimento quanto à apuração e punição do “erro médico”, quando configurado. Tanto no diálogo com a sociedade quanto na capacitação dos profissionais.

MAS AFINAL, O QUE É ERRO MÉDICO?

Outro ponto que precisa ficar mais claro é o chamado “erro médico”. Nem todo mau resultado de um tratamento médico decorre da má conduta do profissional médico. Considera-se como “erro médico” toda e qualquer falha ocorrida durante a prestação da assistência à saúde que tenha causado algum tipo de dano ao paciente. Ou seja, ainda que a causa tenha sido a falha de um determinado aparelho na realização de um exame, a indisponibilidade de um leito em UTI, ou mesmo o erro de outros profissionais da saúde (enfermeiros, técnicos, etc…), trata-se de “erro médico”. Existem situações em que o resultado não é satisfatório para o paciente, mas que não se está diante de erro médico. O resultado adverso, por exemplo, não decorre da má prática médica. Ele acontece quando o profissional, apesar de ter empregado todos os recursos adequados, obtém resultado diferente do pretendido. A adversidade decorre de uma situação incontrolável, própria da evolução do caso ou quando não é possível para a ciência e para a Medicina prever quais pessoas, em quais situações, terão esse resultado indesejado. Embora incontrolável, o resultado adverso pode ser contornável pelo conhecimento científico e pela habilidade do profissional. Outro acontecimento que não deve ser confundido com a má prática médica é o aparecimento de novo fenômeno no curso do tratamento, a exemplo de uma nova doença que agrava o quadro clínico. Na linguagem médica esse acontecimento é chamado de complicação. Um dos exemplos mais comuns é a infecção hospitalar, que independe da competência médica e ocorre mesmo nos hospitais de melhor qualidade. Apesar dessas ressalvas, a má prática médica, quando configurada, tem que ser encarada com seriedade e transparência e deve resultar no ressarcimento da vítima ou de seus familiares.

A MÁ PRÁTICA médica gera responsabilidade civil e penal

Responsabilidade civil

A má prática médica pode causar danos ao paciente e gerar ao médico o dever de indenizá-lo. Assim, a responsabilidade civil do médico será a de recompor de alguma forma os danos sofridos pelo paciente, o que normalmente se dá mediante o pagamento em dinheiro.

A Tudo Seguro é especialista em Cobertura Profissional para os profissionais da área da saúde e oferece atendimento personalizado para a proteção do seu exercício profissional.

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Troca de plantão com Segurança

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A troca de plantões entre os médicos é uma prática permitida e relativamente comum nas unidades de saúde, mas para evitar problemas éticos e administrativos, é fundamental que os profissionais adotem alguns cuidados.

Acordada a troca entre os colegas, a primeira medida necessária é notificar a diretoria ou o responsável pela escala de plantão sobre a substituição a ser feita. A notificação deve ser feita por escrito e os médicos substituto e substituído devem guardar uma cópia desse documento.

DE QUEM É A RESPONSABILIDADE NO CASO DE IMPOSSIBILIDADE DE COMPARECIMENTO DO MÉDICO SUBSTITUTO?

Quem responde pela falta ao plantão é o médico substituído, aquele escalado previamente, implicando inclusive em infração ética passível de punição perante o CRM, e o mais grave, poderá ser responsabilizado judicialmente.

MODELO DE COMUNICAÇÃO PARA  TROCA DE PLANTÃO:

Eu,_______________________________________________________, comunico que o plantão do dia _______/_______/_______, no horário das ________ às _______ horas, na Especialidade _________________________________, estará sob a responsabilidade do(a) médico (a) ___________________________________ _____________________________, integrante do corpo clínico da unidade, que me substituirá, com aquiescência prévia do Diretor Técnico da Unidade/ responsável pela escala.

Informo ainda que ficarei responsável pelo plantão do dia _______/_______/_______, no horário das ________às_______horas ou em data a ser definida.

Data:

Assinatura e Carimbo: 1. do médico substituído

  1. do médico substituto
  2. do diretor técnico ou responsável pela escala

 

A comunicação deve ser feita em 3 vias, pois cada profissional deverá arquivar uma via para sua segurança.

 

 

Fonte: Amanda Bernardes – Advogada Especialista em Defesa Médica