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Autor: Elizeu Dias

CONSÓRCIO

Imóveis e automóveis ganham destaque no sistema de consórcios

Posted on 29/09/201719/06/2018 by Elizeu Dias

Com um excelente custo-benefício, o consórcio passa a ser uma oportunidade para adquirir o 1º bem ou formar e ampliar o patrimônio.

Em busca de alternativas para fazer compras a prazo? O consórcio pode ser a solução que faltava. São inúmeros planos para adquirir de maneira programada, bens de grande valor agregado, como imóveis e automóveis, sem a incidência de juros. Os participantes pagam uma pequena taxa de administração, diluída durante o plano, sem sobrecarregar o orçamento. Bem diferente dos juros, que continuam nas alturas.

De janeiro a julho, 1,3 milhão de cotas de consórcios foram vendidas no país, um aumento de 8,8%. Carros e imóveis lideram o interesse daqueles que apostam na modalidade. Entre os maiores volumes de vendas setoriais do ano anotados em julho – veículos leves com 97,5 mil e imóveis com 27 mil foram os destaques, de acordo com a Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (ABAC).

Com um excelente custo-benefício, o consórcio passa a ser uma oportunidade para adquirir o 1º bem e formar ou ampliar o patrimônio. Para quem busca flexibilidade e não quer depender somente da sorte, uma vez que a carta de crédito é entregue mediante sorteios, a oferta de lance é permitida e você aumenta as chances de contemplação.

Para conhecer planos e o valores mais interessantes para o seu orçamento, FALE CONOSCO e confira todas as vantagens!

Fonte: Jornal Hoje / ABAC

 

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incêndio

Seguro Incêndio Obrigatório

Posted on 08/09/201719/06/2018 by Elizeu Dias

Seguro Incêndio Obrigatório

Muitos empresários ainda não possuem Seguro de incêndio para suas empresas, fato este que os deixa vulneráveis ao risco de perderem tudo o que conquistaram durante anos de trabalho e esforço, na ocorrência de um incêndio, seja no seu estabelecimento comercial ou de um vizinho.

O que muitos comerciantes e empresários não sabem, é que o Decreto – Lei 73/66, que regulamenta as operações de seguros e resseguros no Brasil, tornou obrigatório (em seu artigo 20, alínea H), o seguro incêndio para os bens de pessoas jurídicas.

Uma sugestão seria a divulgação desta obrigatoriedade às entidades de classe e associações comerciais. O mais importante, no entanto, seria que as autoridades competentes orientassem e fiscalizassem o comércio em geral, evitando perdas patrimoniais e até mesmo falências, no caso de sinistros ocorridos.

Porém, vale ressaltar que as seguradoras trabalham com o risco, buscando sempre diminuí-los, evitando perdas para si. Assim, elas fazem exigências para a aceitação do seguro, que têm que ser cumpridas para que o contrato seja assinado.  As próprias seguradoras, através de inspeções nos riscos, também avaliam o estado em que os prédios e suas instalações se encontram, antes de garantir a cobertura do seguro. A partir daí elas podem aceitar o risco plenamente, aceitar com restrições, recomendar melhorias ou recusar o risco.

O Mais  importante é contar com um atendimento de um corretor de seguros especialista, para que as coberturas contratadas sejam suficientes para cobrirem integralmente possíveis prejuízos.

Cuidamos do seu patrimônio com eficiência, segurança e economia.

O Seguro Empresarial oferece cobertura contra incêndio, fumaça e explosão, queda de raio entre outras coberturas opcionais, tudo para oferecer mais proteção para seu estabelecimento comercial, industrial ou de prestação de serviços. Com o Seguro Empresarial, você terá muito mais tempo e segurança para pensar no que realmente importa: o crescimento dos seus negócios.  Acesse nosso site e saiba como proteger seu patrimônio: http://tudosegurocorretora.com.br/home/cotacao-seguro-empresarial/

 

Posted in Seguro EmpresarialTagged Incêndio, Seguro Incêndio

Seguro de vida surge como alternativa para nova regra de pensão do INSS

Posted on 29/06/201719/06/2018 by Elizeu Dias

A maioria das pessoas se atenta para fazer um seguro de vida depois dos 45 anos, quando a saúde começa a ficar mais frágil e vislumbram a aposentadoria. A necessidade de seguro, porém, é maior no início da carreira, quando os segurados estão na casa dos 30 anos, ainda têm filhos pequenos, estão comprando a casa própria e têm mais dívida do que uma poupança acumulada.

Com 60 anos, os filhos formados não precisarão de dinheiro para educação, mas o cônjuge talvez não consiga manter a casa sozinho. Para os jovens, no entanto, o valor das apólices é bem menor. Para receber R$ 100 mil em caso de morte (ou invalidez) de uma pessoa de 30 anos, o custo do seguro gira em torno de R$ 30 mensais, dependendo da seguradora. A partir de 45 anos, os pagamentos são quase o dobro e, para 55, podem triplicar.

Para saber quanto a família precisará para se manter, deve-se calcular os custos de manutenção (escola, gastos pessoais, plano de saúde etc.) de cada membro até que consiga se manter sozinho, além dos gastos da casa e dívidas.

É a mesma conta feita pelas seguradoras quando cai um avião e precisam indenizar as famílias das vítimas. Por exemplo, cada filho deveria receber uma poupança suficiente para pagar as mensalidades escolares (e depois a faculdade), mais os gastos pessoais, até 24 anos quando, em tese, teria condições de entrar no mercado de trabalho.

O raciocínio vale também para o cônjuge, caso não trabalhe ou seu salário seja insuficiente para bancar, sozinho, as despesas da casa. Nesse caso, o valor deixado pelo segurado pode ser combinado com o da pensão do INSS, que o cônjuge terá direito, hoje limitado ao teto de R$ 4.663,75. Desde junho, no entanto, só tem direito à pensão vitalícia o cônjuge com idade a partir de 44 anos. Entre 30 e 40 anos, a pensão será de 15 anos. De 41 a 43 anos, sobe para 20 anos. Viúvos com até 21 anos de idade só terão direito a pensão por três anos, período que o governo considerou ser suficiente para a pessoa voltar ao mercado de trabalho.

O tempo para uma família se recompor financeiramente após a morte de um membro varia. Três anos é o mínimo para uma pessoa se preparar, por exemplo, para encontrar um trabalho. Vale para o viúvo e também para um filho, disse Fabiano Lima, da SulAmérica Seguros.

Duso-do-fgts-para-aquisicao-de-imovel-saiba-comoÍVIDAS – Para as dívidas, o melhor é ter um seguro específico. É o caso do financiamento imobiliário, que costuma ser aprovado com um seguro para quitar o débito em caso de morte dos compradores.
Vale lembrar que esse seguro só cobre a parte da dívida do cônjuge que morreu. Quando um casal compra um imóvel sem especificar a parte com que cada um contribui, o seguro assumirá que se trata de 50% e só cobrirá a metade do débito. Nesse caso, o viúvo continuará tendo de pagar a outra metade. Se apenas o cônjuge que morreu contribuía com a dívida, ela será saldada integralmente.

A pessoa não precisa ter um seguro que cubra todos os gastos da família. Pode combinar um seguro para o financiamento imobiliário, uma previdência para gerar renda, e outro para o estudo dos filhos, disse Marcus Marinho, gerente da seguradora Mongeral Aegon.

Fonte: Sindsegsp

Posted in VidaTagged Planejamento, Seguro de Vida, Tudo Seguro, Vida
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5 mitos e verdades sobre previdência privada

Posted on 27/04/201719/06/2018 by Elizeu Dias

PREVIDÊNCIA PRIVADA 

Planejar Para Não Faltar

A busca por uma aposentadoria tranquila, sem sobressaltos inesperados, tem levado cada vez mais pessoas a procurarem planos de previdência privada. Mesmo assim, esse ainda é um tema que gera muitas dúvidas, incertezas e confusões. Para ajudar a esclarecer esse assunto tão importante, relacionamos a seguir cinco mitos e verdades sobre previdência privada, que tratam de forma descomplicada, a importância desse investimento para o futuro.

Previdência privada só serve para quem não contribui com o INSS.

Mito – Um plano de previdência privada funciona como um complemento à previdência social do governo e pode ser adquirida por qualquer pessoa. Também conhecida como previdência complementar, trata-se de um investimento de longo prazo que tem como objetivo garantir uma renda melhor durante a aposentadoria. Por meio de depósitos periódicos, cria-se uma aplicação de longa duração. O valor acumulado e os rendimentos obtidos no decorrer do tempo formarão um fundo que será resgatado no final do período.

Planos de previdência privada são muito caros e indicados para pessoas de alta renda.

Mito – Existem no mercado planos para todos os bolsos e com diversos períodos de acumulação. Na realidade, planos de previdência privada são muito flexíveis e podem ser acessíveis a qualquer pessoa. Além disso, mesmo que a contribuição mensal seja pequena, é sempre possível fazer pagamentos extras quando sobrar um dinheiro a mais. São os chamados aportes, que ajudam a acelerar o acúmulo de reservas para o futuro.

Você decide quando começa a receber e de quanto será sua renda no futuro.

Verdade – Tanto o valor e quanto o prazo para começar a receber ficam a seu critério. Tudo vai depender do período e do total das parcelas do plano. Com isso, você tem uma projeção do montante a ser recebido e a partir de qual data. Isso significa ter controle no planejamento de sua aposentadoria, o que gera mais tranquilidade e segurança. Além disso, é possível fazer simulações para calcular o valor a ser poupado e o período de tempo indicado para o acúmulo de reservas. Veja o simulador da Previdência da Porto Seguro.

Previdência privada só vale a pena quando se começa jovem.

Mito – É possível iniciar um plano de previdência privada em qualquer momento da vida. Claro que quanto antes começar maior será o investimento acumulado e melhor será a renda garantida para o futuro. Mas isso não significa que uma pessoa de meia idade não possa se beneficiar, e muito, de um bom plano, mesmo que com duração menor. Além disso, é preciso levar em conta que a expectativa de vida vem aumentando cada vez mais. Assim, independentemente de se ter 20 ou 40 anos, o ideal é começar o quanto antes.

Manter um plano de previdência privada traz benefícios na declaração do imposto de renda.

Verdade – Para pessoas que fazem a declaração completa do imposto de renda, a modalidade de previdência privada chamada PGBL pode ser bastante vantajosa. Isso porque ela permite que se deduza do imposto o valor investido, no limite de até 12% da renda bruta anual. Nesses casos, o imposto só será cobrado futuramente, quando o benefício for recebido. Assim, abre-se a possibilidade de investir o que foi poupado ao longo dos anos e, no final, obter um ganho superior ao que será cobrado.

Em resumo, planos de previdência privada são uma forma segura de garantir uma renda melhor no futuro, proporcionando tranquilidade de qualidade de vida na aposentadoria.

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Posted in PrevidênciaTagged Dicas Tudo Seguro, Previdência, Previdência Privada
sono

Sono é responsável por 20% dos acidentes de trânsito

Posted on 05/04/201719/06/2018 by Elizeu Dias

O Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo (Detran-SP) alerta para um comportamento que pouco se dá atenção, mas que pode ser tão perigoso quanto dirigir embriagado: dirigir com sono. Até 20% de todos os acidentes de trânsito estão associados à sonolência.

É o que mostra um estudo conduzido pela Academia Brasileira de Neurologia (ABN). Segundo os resultados da pesquisa, lançada em março, os horários com mais incidência de acidentes são durante a madrugada e após o almoço.

O Detran-SP orienta que os motoristas só dirijam se tiverem condições para isso. “Assim como os acidentes causados em decorrência do consumo de bebida alcoólica, os acidentes ocasionados pelo sono podem e devem ser evitados. Para isso, é preciso conscientização dos motoristas. É importante que o cidadão sempre conduza seu veículo com segurança”, ressalta o diretor-presidente, Maxwell Vieira.

A partir da pesquisa, a ABN se uniu com a Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (Abramet) para promover a campanha “Não dê carona ao sono”. A ação visa reduzir os acidentes, principalmente nas estradas, e conta com o apoio do Detran-SP.

Dados merecem atenção

A pesquisa, que entrevistou 495 pessoas, mostra que 40% dos participantes afirmaram que já ziguezaguearam na estrada e metade já parou na via por sentir sono.

Entre os entrevistados, 61% assumiram que costumam dirigir no dia seguinte a uma péssima noite de sono. Cerca de 10% das pessoas afirmaram dirigir com sono e 23% o fazem de duas a três vezes por semana.

O resultado? Mais da metade dos participantes conhece pelo menos uma pessoa que quase se acidentou e 39% conhecem alguém que efetivamente sofreu acidente por ter pegado o volante com sono.

Fique atento

Ar frio, tomar água ou ouvir música alta não resolvem o problema para quem está com sono, tendo, no máximo, efeito por poucos minutos.

“Mesmo recorrendo a medidas paliativas, como tomar café, o motorista está sujeito a micro sonos, de quatro a cinco segundos”, diz o neurologista Gilmar Fernandes do Prado, presidente da Academia Brasileira de Neurologia.

Pode parecer pouco, mas nesses segundos, em alta velocidade, percorre-se uma distância considerável sem prestar atenção no trânsito.

“Se estiver a 120km/h, é dificílimo parar o carro e, ao despertar, a chance de acidente é enorme. Em dez metros você já sai da estrada e cai em uma ribanceira ou pode atravessar a pista e bater de frente em um veículo que trafega em direção oposta nas inúmeras de nossas estradas que ainda não contam com divisórias, ou mesmo se chocar contra uma dessas barreiras”, ressalta Prado.

Um motorista com sono sente dificuldades em manter os olhos abertos e focados, além dos pensamentos ficarem vagos e desconexos. O condutor começa a piscar mais lentamente, e sente dificuldades em manter a mesma velocidade, podendo até sair da pista. Não notar sinalizações, retornos ou errar o caminho também podem ser consequências da privação do sono.

Então esqueça o café ou qualquer tentativa de burlar a sonolência. O que realmente funciona é não pegar o volante com sono, evitar dirigir por períodos longos sem parada, viajar sozinho depois de uma noite mal dormida ou após um longo dia de trabalho.

Também é importante observar a bula de remédios para não dirigir após tomar medicamentos que têm como efeito colateral a sonolência e, em hipótese alguma, dirigir após consumir bebida alcoólica.

Fonte: L.S.
Revista Apólice

Posted in DicasTagged Acidentes de Trânsito
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Mulheres são mais atentas no trânsito e nos cuidados com o carro

Posted on 08/03/201719/06/2018 by Elizeu Dias

Dia Internacional da Mulher – Segundo o relatório Mulheres no Trânsito, da Seguradora Líder-DPVAT, as mulheres responderam por apenas 25% das indenizações pagas por acidentes em 2015, contra 75% dos homens. Já os dados do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) mostram apenas 11% dos acidentes de trânsito são provocados por mulheres.

Os números refletem características marcantes das mulheres não apenas no trânsito, mas em diversos aspectos da vida: maior cautela e maior prudência. Psicóloga especialista em trânsito, Salete Coelho Martins conta que, na direção, os aspectos comportamentais mais presentes nas mulheres são o planejamento prévio e a segurança.

“Elas são cautelosas, pacientes e tranquilas. Já o homem tem raciocínio rápido e boa orientação espacial, o que o torna mais competitivo no trânsito. Por isso, muitas vezes eles exageram na velocidade”, afirma.

Além de estarem em vantagem em relação à segurança no trânsito, elas também são mais atentas quando o assunto é manutenção do automóvel, e costumam seguir corretamente o agendamento de revisões proposto pelas montadoras.

O que ainda preocupa, tanto homens como mulheres, é na hora de comprar um veículo usado. Apesar dos cuidados, o risco de fraudes envolvendo a compra e venda de carros usados existe, e é muito difícil de ser identificado sem a ajuda de um profissional. Nestes casos, um serviço criado para atender ao consumidor final que procura maior transparência e segurança na hora de trocar de carro é bem-vindo. Este tipo de serviço oferece um certificado de procedência completo, com itens que avaliam desde o histórico de roubo e furto, restrições financeiras, até chamadas de recall.

“Estamos criando uma cultura de segurança na compra e venda de usados, com a divulgação de dados de mercado, de informações sobre fraudes e dicas para o usuário final. Com o crescimento do número de vendas que começam na internet, precisamos de ferramentas, serviços, certificados e garantias adicionais que possam mitigar esses riscos e dar mais transparência e segurança ao consumidor”, explica Mário Cassio Mauricio, CEO do Grupo Dekra Brasil.

CLIQUE AQUI e solicite uma cotação para o seu automóvel.

Fonte: L.S. (Revista Apólice)

Posted in Dia da MulherTagged Dia da Mulher
Plano-Odontologico-empresarial

Por que uma empresa deve contratar um plano odontológico?

Posted on 16/02/201719/06/2018 by Elizeu Dias

Por que uma empresa deve contratar um plano odontológico?

Contratar um plano odontológico para a sua empresa pode ter muitos benefícios que vão além de proporcionar um sorriso saudável para os seus funcionários e, consequentemente, seu bem estar no trabalho.

De maneira geral, os planos odontológicos possibilitam acessibilidade a bons tratamentos, além de favorecerem a prevenção de problemas mais graves. Por meio dos planos, muitas pessoas podem realizar visitas frequentes ao dentista, recebendo assim os cuidados necessários e também evitando problemas futuros com os dentes. Desta forma, os planos odontológicos estão se mostrando um eficiente benefício trabalhista, podendo inclusive serem ampliados para atender as famílias dos funcionários.

Atualmente, a Agência Nacional de Saúde (ANS) dispõe de uma regulamentação determinando o rol mínimo a ser contemplado pela cobertura de um plano. Além disso, o próprio plano poderá oferecer uma cobertura adicional. De toda forma, os planos disponibilizam consultas e tratamentos sem limites, desde que seja cumprido o período de carência determinado pelo contrato.

Os planos odontológicos corporativos são hoje a opção mais barata do mercado. Por isso, além de favorecerem a empresa, contam com o melhor custo benefício. Se você na qualidade de gestor ainda tem dúvidas sobre adquirir ou não um plano para a sua empresa, vale conferir as vantagens que este benefício pode proporcionar.

Dedução no Imposto de Renda de Pessoa Jurídica

As despesas com a contratação de um plano odontológico podem ser deduzidas do Imposto de Renda da empresa. Assim como vale refeição, auxílio farmácia e plano de saúde, o plano odontológico também poderá ser abatido do IR a ser pago pela empresa.

Acréscimo indireto de salário para funcionários

Mesmo com a popularização, os tratamentos odontológicos ainda têm um custo elevado. Por isso, mesmo que a empresa favoreça seus funcionários com o aumento de salário, muitas vezes esses valores são insuficientes para custear um bom tratamento. Por meio de um plano de saúde corporativo, a empresa torna acessível um tratamento odontológico de qualidade, proporcionando um acréscimo indireto no salário de seus funcionários.

Aumento de satisfação de funcionários

A satisfação dos funcionários é um ponto cada vez mais sensível na realidade de inúmeras empresas. Primeiramente porque pessoas satisfeitas são mais produtivas e contribuem positivamente para o alcance dos resultados. E, segundo, porque colaboradores satisfeitos tendem a permanecer por mais tempo na empresa, diminuindo significativamente a taxa de turn over. Como muitos empresários já sabem, as altas taxas de pedidos de demissão geram um impacto significativo no aspecto financeiro de uma empresa. Por isso, manter um colaborador é muito mais sensato e eficiente do que ir para o mercado buscar novos talentos.

Dentro desse cenário, oferecer um plano odontológico para os seus funcionários pode demonstrar atenção e zelo com eles, fazendo com que se sintam mais felizes e satisfeitos com as políticas da empresa.

Rentabilidade para sua empresa

Estudos demonstram que a cada R$ 1,00 que é investido em um funcionário são economizados cerca de R$ 13,00 em despesas administrativas. Desta forma, investir em um plano odontológico pode representar uma bela economia no orçamento das empresas.

Redução de faltas e licenças

Outro aspecto bastante positivo com relação à contratação de um plano odontológico diz respeito à redução de faltas e de licenças. Como esse tipo de serviço é amplamente controlado pelas operadoras, existe um número menor de faltas injustificadas ou mesmo atestados falsos e/ou adulterados.

Posted in Plano OdontológicoTagged Plano Odontológico Empresarial

Cobertura de danos corporais a terceiros: – Saiba o que é

Posted on 21/01/201719/06/2018 by Elizeu Dias

Na hora de contratar o seguro de automóvel a maioria das pessoas não dá a devida atenção a cobertura de danos corporais a terceiros, principalmente por falta de conhecimento sobre o que ela cobre e como ela funciona.

Danos corporais a terceiros: o que é?

Segundo a FUNENSEG (Escola Nacional de Seguros), a cobertura de danos corporais, representa uma cobertura chamada de “segundo risco”, pois o DPVAT, seguro obrigatório de responsabilidade civil, pago no licenciamento do veículo, é considerado primeiro risco. Ou seja, o seguro que você contratou facultativamente vai complementar o valor de eventual indenização por danos corporais causados a outras pessoas, que estiver acima da quantia indenizatória paga pelo DPVAT.

Danos corporais a terceiros: o que cobre?

A cobertura de danos corporais a terceiros cobre, exclusivamente, lesões físicas causadas a pessoas em razão de acidente de trânsito envolvendo o veículo segurado. Em palavras mais simples: Se você está dirigindo o carro do seu seguro e por acidente atropela alguém, a cobertura de danos corporais pagará, até o valor limite contratado, as despesas médicas ou encargos de processos jurídicos que essa pessoa venha a abrir contra você.

O que essa cobertura não cobre?

Como mencionamos acima, esse cobertura abrange lesões físicas a terceiros. Nesse sentido, ela não cobre danos morais, estéticos ou psicológicos.

Outro ponto importante a ser ressaltado é que, nem essa cobertura nem qualquer outra cobertura do seguro vale quando o segurado está agindo fora da lei.  Se, por exemplo, o segurado está dirigindo bêbado e vem a lesionar um terceiro, a seguradora está isenta de qualquer responsabilidade. Se o segurado está disputando um racha (que é proibido por lei), o seguro também não tem responsabilidade nenhuma sobre os possíveis acidentes que ele possa gerar.Agora, para situações dentro da lei, a cobertura vale normalmente. Numa situação acidental em que você está dentro da lei, a cobertura está valendo.

Qual o capital segurado devo contratar? 

Esta é uma cobertura subjetiva, ou seja, é impossível mensurar o valor da vida humada, porém vejamos um exemplo: imagine que você causou um acidente e a pessoa que está no veículo terceiro é um jogador de futebol famoso? Quanto a família desse jogador iria pedir de indenização? O mais importante é que você contrate o valor que caiba no seu orçamento, mas não economize ao contratar esta cobertura.

A TUDO SEGURO orienta seus segurados à contratarem o máximo de cobertura possível, pois assim, além do seu veículo estar segurado, seu patrimônio pessoal também estará protegido em casos de processos judiciais.

Solicite aqui um orçamento.

 

Posted in DicasTagged Danos Corporais
blog

Apólice de seguro de vida – saiba o que é

Posted on 21/01/201719/06/2018 by Elizeu Dias

VOCÊ SABE O É UMA APÓLICE DE SEGURO DE VIDA?

Uma apólice de seguro de vida é o documento emitido pela seguradora que formaliza o que foi concordado com o segurado e aceitação do risco objeto do contrato. É neste papel que estão discriminadas as coberturas; os beneficiários; data de vigência do seguro; entre outras informações.

É muito importante que o segurado verifique se estão corretas todas as suas informações para que o seguro de vida seja válido e seus beneficiários recebam o valor estabelecido em caso de morte.

BENEFICIÁRIOS DE SEGURO DE VIDA

Vale observar que quando o segurado não informa quem serão os beneficiários de seguro de vida ou preenche incorretamente os nomes dos mesmos, o capital do seguro será pago da seguinte maneira:

– Em caso de existência de cônjuge e herdeiros: Metade do capital será destinado ao cônjuge não separado judicialmente e a outra metade dividida entre os herdeiros do segurado, sendo obedecida ordem da vocação hereditária;

– Na falta de cônjuge e herdeiros: Serão beneficiários do seguro de vida aqueles que, dentro de seis meses, reclamarem o pagamento do seguro e provarem que a morte do segurado causou privação de meios para proverem sua subsistência;

– Na ausência de herdeiros e pessoas nas condições acima, a beneficiária do seguro de vida será a União, conforme decreto-lei 5384 de 8 de abril de 1943.

Outro ponto importante de destacar para quem busca contratar seguro de vida é que a seguradora não será obrigada a fazer a renovação deste seguro, conforme explica a Susep, órgão regulamentador da comercialização de seguros no Brasil.

Tanto a seguradora quanto o segurado não estão obrigados a fazer a renovação de seguro de vida após o final da vigência.

No entanto, a comunicação da não renovação deverá ser feita mediante aviso prévio de, no mínimo, sessenta dias de antecedência em relação à vigência da apólice.

Na TUDO SEGURO, pessoas entre 18 e 65 anos podem contratar seguro de vida e garantir segurança a seus herdeiros caso venham a falecer. Faça uma cotação e conheça outras coberturas além da cobertura básica de morte natural ou acidental.

Posted in VidaTagged Proteção Financeira, Seguro de Vida, Vida
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Brasileiros estão menos preparados financeiramente para a velhice

Posted on 10/01/201719/06/2018 by Elizeu Dias

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Estudo do Banco Mundial aponta que apenas 4% dos brasileiros poupam recursos para a velhice. Entre os 143 países avaliados, o Brasil está na 132ª posição, perdendo para o Congo, Maláui e Togo, por exemplo, com PIB per capta 15 vezes menor. Já na Tailândia, com PIB per capta semelhando ao do Brasil, a taxa de poupança para a velhice é de cerca de 60%.

Entre as razões apontadas por especialistas para esse baixo índice de poupança dos brasileiros para a velhice está a memória do período de elevada inflação que durou até os anos 1990. “Há 20 anos, mal era possível planejar para o fim do mês”, afirmou Paulo Valle, vice-presidente da FenaPrevi.

Mas por mais que os especialistas destaquem a importância da educação financeira para o hábito da poupança, também afirmam que isso só não basta, ressaltando a importância de ações diretas sobre o comportamento.

O economista-chefe do time de pesquisa em finanças e setor privado do Banco Mundial, Leora Klapper, cita os exemplos de Gana e Bangladesh, onde os salários dos trabalhadores são entregues sempre com um lembrete para que poupem. Em Gana, 55% têm o hábito de poupar e 13% economizam para a velhice. Em Bangladesh, são 24% e 6%, respectivamente.

Políticas públicas também têm um importante papel de incentivo à poupança, segundo a professora da escola de negócios da Universidade da Pensilvânia, Olivia Mitchell. “Isenções fiscais, por exemplo, podem incentivar investimentos em alguns tipos de previdência, mas ainda assim boa parte da população só poupará se houver adesão automática”, diz ela.

Emergências

E se os brasileiros não estão preparados para a aposentadoria, também não estão para os casos de emergência. Segundo o estudo, 44% deles – mais de 70 milhões acima dos 15 anos – consideram impossível levantar cerca de R$ 2.500 numa necessidade extrema, necessitando, nesse caso, recorrer a amigos e parentes.

Segundo os pesquisadores do Ipea Marcos Antonio Coutinho da Silveira e Ajax Reynaldo Bello Moreira, um dos fatores que impedem a acumulação de poupança é o baixo acesso ao crédito. “Sem empréstimos para suavizar o consumo, as pessoas consomem toda a renda”, afirmam.

Mas, mesmo entre os 10% mais ricos da população, 46% das famílias têm poupança financeira zero. A não inclusão bancária e falta de confiança no sistema financeiro também foram apontados por entrevistados como razões para não investirem.

Fonte: CNseg

Posted in PrevidênciaTagged Dicas Tudo Seguro, Financeiro, Previdência Privada
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